Os benefícios da leitura na terceira idade

Nesse post, separamos os principais benefícios da leitura na terceira idade, sendo uma das atividades mais recomendadas por médicos e especialistas.

Ainda que não esteja entre as principais tarefas que o público costuma fazer ao dia.

Em síntese, é válido conhecer melhor como esse processo de ler pode mudar completamente a sua rotina e o envelhecer, com vantagens desde os primeiros anos de vida.

Aqui, você vai conferir:

  • Serve para ativar a memória
  • A leitura na terceira idade melhora a comunicação
  • Pode funcionar como uma arma de reabilitação
  • A criatividade durante a leitura na terceira idade
  • Menos estresse e ansiedade, mais compreensão de mundo

Boa leitura!

1# Serve para ativar a memória

Os benefícios da leitura na terceira idade

Não é segredo nenhum que o processo de ler envolve diferentes partes do cérebro.

Com isso, um dos principais benefícios para os idosos é a ativação da memória, além de reforçar as ideias e servir como um ponto de partida.

Calma que eu explico melhor.

Quando você lê, o cérebro faz um exercício cognitivo que envolve atenção, foco e memória.

Afinal, é um treino para lembrar as palavras, como elas são faladas, o que significam e muito mais.

Tudo isso também contribui para que você se lembre de coisas, mantendo todas as sinapses cerebrais ativas.

Com isso, é possível combater a perda da memória, mantendo uma linha narrativa que funciona.

Desse modo, os médicos afirmam que a leitura regular mantém o seu processo mental saudável por mais tempo, estimulando e fortalecendo a memória.

2# A leitura na terceira idade melhora a comunicação

Com o passar dos anos, é comum que muitos idosos acabem ficando mais isolados.

Isso pode acontecer por diversos motivos, desde as mudanças na voz, fraquezas, falta de convívio social, etc.

Entretanto, sabemos que a comunicação é essencial para uma vida mais saudável, estimulando o cérebro, aumentando os níveis hormonais e afastando problemas, como depressão e ansiedade.

A partir disso, vem a ideia de como a leitura pode ajudar neste processo. Sendo que temos duas respostas principais.

Em primeiro lugar, quando você lê, você está continuamente estimulando o seu cérebro, que recebe informações e processa cada uma delas.

Portanto, você se lembra das palavras mais facilmente, mantém o seu vocabulário funcionando e melhora a capacidade de fala.

Os benefícios da leitura na terceira idade

Em segundo lugar, a leitura aumenta as chances de você criar vínculos.

Mesmo lendo um jornal na praça, você tem a chance de descobrir e ficar a par de diferentes assuntos.

Logo, pode conversar mais facilmente com outras pessoas, entende o que está acontecendo a sua volta e muito mais.

Em termos simples, a conversa acontece de maneira mais fluida e natural, sem pressão.

3# Pode funcionar como uma arma de reabilitação

Você sabia que o processo de leitura muitas vezes é usado para a reabilitação de pessoas?

Isso acontece porque existem maneiras de incorporar o ato de ler na rotina, fazendo diferentes coisas.

Por exemplo, a leitura estimula a criatividade e, com isso, pode ajudar pessoas que sofreram algum tipo de dano cerebral.

Ao mesmo tempo, o processo de mudar as páginas, de acompanhar as linhas, auxilia nos movimentos finos das mãos.

E não é só isso, tem pessoas que gostam de ler em pé.

Neste cenário, também estimulam os músculos das pernas, fortalecendo o caminhar, melhoram o equilíbrio e muito mais.

Ao contrário do que muitos imaginam por aí, ler não é apenas sentar e “engolir” um monte de palavras.

O processo envolve diferentes partes do cérebro, de cognição e podem reabilitar milhares de pessoas.

Principalmente após AVC’s.

Além disso, pode ser usado em outros tratamentos para aliviar o estresse, manter a calma e reduzir picos ansiosos.

4# A criatividade durante a leitura na terceira idade

Quem nunca leu algum livro, conto ou trecho de jornal e não imaginou exatamente aquela situação ou personagem não é mesmo?

Os benefícios da leitura na terceira idade

Isso acontece porque o nosso cérebro busca maneiras de entender as informações que está recebendo, de acordo com os conhecimentos prévios que você já tem.

Dessa forma, ao ler as características de um lugar ou de um personagem, você consegue montar tudo aquilo na sua mente e até mesmo desenhar, externalizando as suas ideias.

Talvez por isso, algumas pessoas fiquem tão bravas quando uma adaptação de livros para o cinema escolhe espaços e pessoas que não tem relação com a obra original.

Afinal, se afasta de tudo aquilo que foi criado na nossa imaginação.

Inicialmente, isso pode parecer bem simples, mas não é.

Todo o processo de ler e imaginar, sejam coisas, pessoas ou mesmo sons, pode aguçar todos os sentidos do seu corpo.

Mesmo quando aquilo não existe na nossa realidade.

Mais importante que isso, esse é um processo único, que envolve todas as suas experiências, conhecimentos e expectativas.

Por isso, muitos dizem que se sentem transportados para um novo mundo quando leem algo.

A criativa é essencial para você se sentir bem, sentir-se vivo, ter novas ideias e coloca-las em prática, aproveitar os momentos.

Logo, a leitura pode ajudar muito com tudo isso.

5# Menos estresse e ansiedade, mais compreensão de mundo

Por fim, um dos benefícios da leitura na terceira idade é que todo o processo é capaz de ajudar a reduzir o estresse e ansiedade.

Assim, o processo reduz os picos e provocam um equilíbrio, tirando você de uma situação ruim e estimulando a imaginação.

Ao mesmo tempo, todo tipo de leitura, seja um livro ou jornal, traz alguma compreensão de mundo.

Inclusive, dados mostram que três pessoas lendo um mesmo livro, podem ter experiências e ideias diferentes.

Já que lemos a partir da nossa visão de mundo, daquilo que conhecemos e também de acordo com valores, religião e muito mais.

Ler é algo único, rico e que traz uma série de vantagens para todos os seus dias.

Então, você pode escolher como quer viver, o que quer experimentar e o que considerada como valioso ou não para fazer parte do seu futuro e da sua história.

Por fim, você ainda ficou com alguma dúvida sobre as vantagens da leitura na terceira idade?

Comenta aqui embaixo ou aproveite e compartilhe as suas dicas e experiências com nossos leitores.

Inclusive, aproveite e mostre como a leitura mudou a sua vida ou a sua dica de obra que todos deveriam conhecer.

Grande abraço e até o próximo post!

AVC em idosos – O que é e como prevenir

O AVC em idosos é um problema considerado comum, que atinge milhares de famílias.

Com isso, vem novas responsabilidades e mudanças na rotina, que podem reduzir a qualidade de vida do idoso e aumentar os níveis de estresse.

A partir disso, separamos esse post completo para explicar melhor o que é o AVC e como você pode se prevenir.

Assim, será mais fácil ter qualidade de vida por todos os anos e ainda manter a sua rotina como sempre quis.

Vamos lá?

O que é o AVC?

Para começar esse post, é interessante pensar no que é essa condição.

AVC em idosos – O que é e como prevenir

Dessa forma, AVC é a sigla para Acidente Vascular Cerebral, sendo que recentemente foi mudada a palavra cerebral por encefálico.

Aqui no Brasil, os dados mostram que a cada ano existem em torno de 400 mil casos.

Desse total, em torno de 100 mil pessoas não sobrevivem e os demais correm o risco de consequências severas.

Em termos simples, o AVC é uma parada que acontece em alguma região do cérebro.

Durante essa parada, o órgão pode parar de receber oxigênio ou receber demais.

Resultando em um extravasamento.

Como resultado, cada paciente pode apresentar um tipo de consequência, de acordo com a área lesionada.

O AVC é uma doença autoimune e que causa incapacidade.

Existem dois tipos de acidentes vasculares cerebrais:

Isquêmico:

O tipo mais comum de AVC, acometendo em torno de 80% dos casos.

Neste, acontece a parada de fluxo em alguma artéria, fazendo com que o cérebro pare de receber oxigênio.

Geralmente, a causa são coágulos formados dentro do vaso ou em outras áreas, chamados de trombo e êmbolo, respectivamente.

Hemorrágico:

Menos comum que o tipo anterior, o AVC hemorrágico gera o extravasamento de sangue.

Dessa maneira, acontece o que chamamos de hemorragia, devido a uma lesão ou ruptura da artéria.

AVC em idosos – Sintomas e sequelas

Os sintomas do AVC em idosos acontecem de uma hora para outra e são agudos.

Entretanto, a apresentação desses sintomas pode ocorrer de formas diferentes, de acordo com o tipo.

AVC em idosos – O que é e como prevenir

Por exemplo, no AVC isquêmico, os principais sintomas incluem:

  • Dificuldade para mover algum músculo da face;
  • Alteração visual;
  • Tonturas;
  • Redução ou perda da força muscular;
  • Memória e consciência sofrem algum tipo de alteração;
  • Dificuldade para se comunicar ou compreender.

Já no AVC hemorrágico, os principais sintomas são:

  • Dor de cabeça forte e repentina;
  • Dores de cabeça;
  • Sensação de pressão na cabeça;
  • Náuseas;
  • Vômitos;
  • Dificuldade para se comunicar e perda da consciência.

De qualquer maneira, todo sintoma deve ser percebido rapidamente, para procurar ajuda.

No geral, os pacientes percebem o problema por dois sinais clássicos: o sorriso torto e a fraqueza ou imobilidade de um lado do corpo.

Sequelas do AVC em idosos

As principais dificuldades do acidente vascular cerebral não é o acontecimento em si, mas as sequelas.

Isso acontece porque uma parte do cérebro foi danificada, sendo que não existe um método de restaurar isso.

Como resultado, os problemas vêm logo depois da recuperação.

Primeiramente, as principais sequelas se referem a algum problema funcional, mas a locomoção também é afetada.

Na prática, o idoso pode ter a sensibilidade comprometida, dificuldade para falar ou entender, alterações na visão e a paralisação de um lado do corpo.

Também pode acontecer de as lesões serem em locais mais específicos, gerando alterações no comportamento

Portanto, o idoso pode apresentar depressão, irritabilidade ou outras alterações no humor e no comportamento.

Prevenção do AVC em idosos – O que é possível fazer?

AVC em idosos – O que é e como prevenir

A princípio, você precisa saber que existem dois grandes grupos de grupos quando o assunto é prevenção do AVC.

Portanto, existe o grupo que pode ser modificado e o grupo que não pode ser modificado.

O primeiro grupo é tudo aquilo que não está sobre o seu controle, como a idade, doenças e genética.

O segundo grupo é tudo aquilo que está sobre o seu controle, como uma vida ativa, alimentação, hábitos, etc.

Por exemplo, você não consegue evitar de ficar mais velho a cada ano, mas pode evitar o hábito de fumar e ter uma alimentação mais equilibrada.

Dessa forma, surgem também os fatores de risco.

Fatores de risco são condições que favorecem o aparecimento de uma doença ou condição, como o AVC.

Ainda que não seja uma regra, as pessoas que tem ou seguem esses fatores, estão mais propícias a terem tal condição.

No caso do acidente vascular cerebral, os principais fatores de riscos incluem:

  • Tabagismo;
  • Alcoolismo;
  • Sedentarismo;
  • Diabetes;
  • Sobrepeso ou obesidade;
  • Hipertensão;
  • Colesterol;
  • Triglicerídeos, entre outros.

Importante

Diversas pesquisas mostram a relação entre AVC e genética.

Portanto, veja se há casos em sua família, a ligação dessas pessoas com você e reforce os cuidados preventivos.

Geralmente, o risco maior é quando se trata de familiares diretos, como os pais e avôs/avós.

Prevenção do AVC

AVC em idosos – O que é e como prevenir

A partir de tudo o que foi falado, pode ser que você já tenha uma ideia de como prevenir um acidente vascular cerebral.

Mas é importante dizer que em torno de 90% dos casos poderiam ser evitados, seguindo esses cuidados.

Em primeiro lugar, é essencial seguir uma alimentação balanceada e se manter dentro do peso ideal.

Em segundo lugar, a prevenção acontece mantendo o seu corpo ativo.

Fazer atividades físicas facilita no controle de doenças, evita condições e faz o seu corpo combater diversos agentes.

Em terceiro lugar, é essencial ter hábitos mais saudáveis.

Como deixar o álcool e tabaco de lado.

Além disso, caso você tenha alguma doença, como diabetes e hipertensão, é essencial cuidar dessa condição.

Então, vá ao médico, siga as recomendações e não abandone a sua saúde.

Por fim, também é importante cuidar da sua saúde mental, evitando o estresse e outros fatores.

Já que esses fatores causam reações no corpo.

Então, libere o estresse, tenha momentos de lazer e descanso no dia e fique atento a sinais de ansiedade e depressão.

Ainda ficou com alguma dúvida?

Comenta aqui embaixo para que eu possa ajudar você ou aproveite para compartilhar as suas dicas com nossos leitores.

Aproveite para compartilhar também as suas experiências e o que gostaria de ver aqui na página.

Grande abraço e até o próximo post!

A importância da autoestima na terceira idade

A autoestima na terceira idade é um tema que vem ganhando espaço nos últimos anos, principalmente pela mudança na ideia do que é a velhice.

Afinal, a expectativa de vida aumentou e, com isso, a qualidade e bem-estar para estes anos. Ou seja, a ideia é viver mais, e melhor.

Dessa forma, é importante entender como o amor próprio entra em toda essa história, bem como uma maneira de elevar a autoestima dos idosos.

Então, aqui você vai conferir:

  • A importância da autoestima na terceira idade
  • E porque isso acontece?
  • Qual a importância da autoestima na terceira idade?
  • Como elevar a autoestima dos idosos

Boa leitura!

A importância da autoestima na terceira idade

A importância da autoestima na terceira idade

Ao contrário do que acontece com o público mais jovem, os idosos não se relacionam com qualquer pessoa, mesmo que tenham mais facilidade para isso.

Em suma, é natural ver idosos conversando com vizinhos e em filas de lojas, de maneira bastante natural.

Porém, para considerar alguém como realmente próximo, esse grupo tende a ser mais seletivo.

Geralmente, isso acontece porque os idosos já tem uma bagagem e já passaram por diversas situações.

Logo, podem ser um pouco mais críticos em relação a valores e tem uma expectativa mais racional sobre esses relacionamentos.

Mas não é só isso, com o passar dos anos, esses indivíduos lidam com perdas. Seja a morte, afastamento, brigas ou mesmo por não serem mais como antes.

Justamente por isso, é comum ver idosos que acabam se isolando, tendo apenas a família como base para a vida em sociedade.

Aqui, a autoestima e autoconfiança tem um papel extremamente importante.

Acontece que os idosos que tem uma baixa autoestima podem entrar, mais facilmente, em relações disfuncionais.

Da mesma maneira, podem ser enganados mais facilmente ou mesmo passarem por um turbilhão de sensações.

Que nem sempre são compreendidas.

Isso acontece porque, ao encontrar alguém que queira ser amigo de verdade, o idoso pode achar que não é bom o bastante ou mesmo que o outro tem algum interesse.

E isso compromete toda a confiança, estabilidade emocional e saúde dessas pessoas.

E porque isso acontece?

Bom, assim como o idoso tem uma bagagem que pode ser usada a favor ao longo dos anos.

Tudo isso também pode ser usado de maneira incorreta.

O resultado é um acúmulo de medos, dificuldades para se relacionar e insegurança. Questões desconfortáveis e também problemáticas para a vida.

A autoestima na terceira idade, ou a falta dela, está diretamente ligada a crises ansiosas, estresse e até o desenvolvimento de fobias.

E qual a importância da autoestima na terceira idade?

A importância da autoestima na terceira idade

Assim como a falta de autoestima prejudica as relações, elas também impactam na saúde emocional, socialização e saúde física.

Tudo isso é bastante simples de entender.

O idoso que não ama a si mesmo e que não se considera bom o bastante, acaba sempre fazendo escolhas disfuncionais.

Logo, é aquele indivíduo que apresenta comportamentos como:

  • Ele come qualquer coisa, porque não faz diferença mesmo;
  • Não faz atividades físicas porque isso não mudaria a sua vida;
  • Não vai tentar se relacionar por não achar que é bom o bastante;
  • Acredita que está sempre cometendo erros;
  • Aceita punições como algo natural, seja uma ofensa ou uma violência física;
  • Tem medo constante: de ser largado, se ser um peso para a família, etc;
  • Sente aflição constantemente;
  • Apresenta sinais característicos de depressão e transtorno de ansiedade, entre outros.

Ao mesmo tempo, quando o idoso passa a desenvolver a autoestima, todas essas questões começam a reduzir, de maneira gradativa.

Até que não sejam mais uma realidade.

Com isso, a vida passa a ser mais leve, mais fácil e mais prazerosa, como realmente deveria ser. Principalmente nesta etapa da vida.

Mas não se engane: trabalhar na autoestima é algo diário, que tem relação com todos, desde si mesmo até seus familiares.

Como elevar a autoestima dos idosos

Agora que você já conhece um pouco mais da importância da autoestima na terceira idade, é hora de descobrir algumas das melhores dicas de como elevar esse amor próprio.

Seja para si mesmo ou para ajudar alguém que você conheça.

Núcleo de convivência:

Uma das principais dicas para a autoestima que deve ser observada com atenção é o núcleo de convivência.

Ou seja, aquelas pessoas que estão diariamente com o idoso ou que passam a maior parte dos dias, que tem importância para ele e que formam uma ligação com a sociedade em geral.

Geralmente, esse núcleo é formado pela família, como filhos e netos, mas também podem ter outros, como vizinhos e amigos.

A importância da autoestima na terceira idade

A regra é simples: esse núcleo deve existir e deve ser saudável.

Em outras palavras, essas pessoas precisam mostrar que se importam, inserir o idoso na vida diária e ser a linha de frente contra qualquer tipo de violência.

Dessa forma, são essas pessoas que vão ajudar sempre que o idoso precisar.

Importante

Se esse núcleo é disfuncional, é preciso tirar o idoso desse núcleo.

Violência contra os idosos é crime e, se você souber de uma situação dessas, não se cale: denuncie!

Seja em uma delegacia especializada, comum ou no Disque 100 ou 180.

Incentivos para melhorar a autoestima na terceira idade:

Para evitar que o idoso “se deixe de lado”, é preciso incentivo.

Então, faça parte desse grupo considerando quem é esse idoso, como ele se comporta e o que gosta.

Por exemplo, alguns gostam de jardinagem, outros de manter o cabelo arrumado e outros podem se sentir bem fazendo passeios em praças.

A ideia é cuidar da saúde física e da aparência.

Com isso, e com um núcleo forte, o idoso se sente acolhido, uma parte importante, o que fortalece a saúde mental.

Portanto, seja aquele que incentiva, que busca os meios ou que ajuda o idoso a encontrar algo que o faça feliz.

Uma dica é dividir e conquistar: faça o idoso ser parte da mudança.

Estimule-o fazer mais, a não ficar parado o tempo todo, a conversar e interagir socialmente e a buscar respostas.

Por fim, você ainda ficou com alguma dúvida sobre essas dicas ou sobre a importância da autoestima na terceira idade? Comenta aqui embaixo.

Aproveite também e compartilhas as suas experiências com nossos leitores.

Tenho certeza que você pode ajudar outras pessoas, que podem estar passando por algo que você já passou.

Grande abraço e até o próximo post!

Arritmia cardíaca: sintomas e como prevenir

A arritmia cardíaca é uma daquelas palavras que você já sente um frio na espinha só de ouvir não é mesmo?

Isso acontece porque todo tipo de situações ligadas ao coração causam uma certa sensação de pânico.

Principalmente porque o conhecimento sobre as doenças não escassas.

Pensando nisso, separamos um post completo para você entender não apenas o que é, mais quais são os sintomas e como prevenir essa condição.

Vamos começar?

O que é Arritmia cardíaca

Arritmia cardíaca: sintomas e como prevenir

Para começar, é preciso entender exatamente como o coração funciona.

Assim, o órgão é um tipo de bomba automática, que permite que o sangue chegue para todas as partes do corpo.

Como resultado, as alterações neste órgão podem comprometer o organismo, isso sem falar das sensações.

Entretanto, não se trata apenas de o coração parar de funcionar.

É possível que os batimentos fiquem desordenados, como um problema na sequência.

Podendo ser batimentos mais lentos ou mais rápidos.

Portanto, essa seria o exato conceito da arritmia: batimentos desordenados.

Caso você esteja vendo agora esse assunto, tenha em mente que é considerado normal em torno de 60 a 100 batimentos por minuto.

Porém, esse número só é válido para corações sadios e pessoas descansados.

Depois de uma corrida, é natural que os batimentos estejam mais rápidos.

Causas

Já quando o assunto é causa, a arritmia pode ser patológica ou não.

Patológicas são as doenças em si, que podem atingir em torno de 4% de toda a população.

Por outro lado, também pode ser algo fisiológico, acontecendo quando você faz algum tipo de atividade física, em altos níveis de estresse e até no sono.

Vale destacar que a arritmia cardíaca pode acontecer tanto em homens quanto em mulheres, em qualquer idade.

Inclusive, a arritmia pode ocorrer em crianças.

A arritmia cardíaca também pode acontecer por alguns fatores de risco, como por exemplo:

  • Hipertensão;
  • Diabetes;
  • Apneia do sono;
  • Alcoolismo;
  • Distúrbios da tireoide, etc.
Arritmia cardíaca: sintomas e como prevenir

Vale destacar que os fatores de risco não significam que você terá uma arritmia.

Entretanto, a cada fator de risco, as chances crescem.

Muitas vezes, os pacientes que apresentem esse tipo de problema têm como principal causa algum defeito congênito.

Além do mais, pode ser por algum medicamento, genética, idade e assim por diante.

Sintomas

A arritmia cardíaca é uma condição que tem mais de um tipo, algo que geralmente pouco é lido por aí.

Neste cenário, pense no coração como um órgão com dois andares.

O andar superior possui dois átrios, o direito e esquerdo.

O andar inferior, de baixo, tem dois ventrículos, o direito e esquerdo.

Então, os tipos de arritmias que existem causar algum tipo de alteração em algumas dessas áreas.

Por exemplo, o tipo mais comum é a fibrilação atrial, sendo também a mais preocupante.

Nesta fibrilação, os especialistas dizem que que o coração treme ao invés de bater, gerando um acúmulo de sangue.

Já a arritmias fazem o coração ficar desordenado e batendo rápido demais.

Também existe a taquicardia, que acontecem devido a tensão e estresse, e a bradicardia, onde os batimentos ficam mais lentos.

E onde ficam os sintomas?

Bom, os sintomas da arritmia cardíaca podem ser sentidos principalmente no tórax, garganta e no pescoço.

Portanto, os médicos indicam que os sinais que você deve observar são:

  • Tontura;
  • Falta de ar;
  • Ansiedade;
  • Pele pálida;
  • Dores no peito;
  • Sensação de palpitações;
  • Excesso de suor;
  • Desmaios súbitos;
  • A sensação do coração lento ou rápido;
  • Cansaço;
  • Falta de ar;
  • Dificuldade para fazer alguma atividade comum;
  • Sensação de peso no peito.
Arritmia cardíaca: sintomas e como prevenir

Com isso em mente, se você estiver em local tranquilo, descansado e começar a sentir algo assim, redobre a atenção e procure um médico.

Como prevenir a arritmia cardíaca

A prevenção da arritmia cardíaca está diretamente ligada com o estilo de vida e com os fatores de risco.

Principalmente quando não se trata de doenças patológicas, ou seja, devido a algum tipo de defeito que não seja controlável.

Assim, a prevenção se dá quando a doença ainda não foi instalada.

Então, é preciso ficar de olho em alguns fatores, como:

  • Sobrepeso e/ou obesidade;
  • Alimentação;
  • Sedentarismo;
  • Controle de doenças pré-existentes, como diabetes;
  • Tabagismo e alcoolismo;
  • Consumo de bebidas energéticas;
  • Estresse.

Explicando os cuidados

Em primeiro lugar, é preciso mudar o estilo de vida, para ter uma rotina mais saudável e equilibrada.

Com isso em mente, você deve se alimentar melhor, evitar o álcool, beber boas doses de água, evitar o cigarro, etc.

Da mesma forma, é essencial evitar as bebidas energéticas, que aceleram o coração.

Dessa maneira, dá para evitar o sobrepeso e obesidade.

Em segundo lugar, é essencial fazer atividades físicas.

Os exercícios melhoram o funcionamento cardíaco e previnem diversos problemas, mantendo o corpo e metabolismo.

Ao mesmo tempo, reduz os efeitos do estresse.

Em terceiro lugar, é preciso cuidar de qualquer condição que você tenha, principalmente quando exige algum tipo de remédio.

Seja uma hipertensão, diabetes, colesterol, alterações na tireoide, entre outras.

Então, faça um acompanhamento com o seu médico.

Por fim, é essencial fazer um controle diário do estresse, já que esse é um problema comum da rotina.

O estresse pode causar dores no peito e cabeça, náuseas, excesso de suor, redução da imunidade, palpitações e aumento nos batimentos cardíacos.

Ou seja, pode até ser confundido com uma arritmia cardíaca.

Diagnóstico da arritmia cardíaca

O diagnóstico dessa condição é feito através de uma entrevista bastante completa com o médico.

Arritmia cardíaca: sintomas e como prevenir

Durante a consulta, o profissional vai levantar todas as suas queixas e histórico.

Em seguida, são realizados os exames físicos, sendo eles:

  • Medicação da pressão;
  • Exame de pulso;
  • Teste de esforço;
  • Auscultação do coração.

Além disso, o profissional pode solicitar outros exames, como o ecocardiograma e até o holter de 24 horas.

Dessa forma, cada condição é avaliada de maneira diferente, de acordo com o paciente.

Já o tratamento pode envolver mudanças no estilo de vida, uso de medicamentos e, em alguns casos, cirurgias.

Por fim, você ainda ficou com alguma dúvida sobre o assunto ou gostaria de saber mais sobre as arritmias?

Comenta aqui embaixo para que eu possa ajudar ou aproveite para compartilhar as suas dicas e experiências com nossos leitores.

Além disso, não deixe de comentar o que gostaria de ver aqui na página.

Grande abraço e até o próximo post!

Apneia do sono – Tudo o que você precisa saber

A apneia do sono é um problema que leva milhares de pessoas a consultórios médicos, buscando uma solução rápida e eficaz.

Entretanto, muitas pessoas não sabem do que se trata esse problema ou mesmo o que fazer para evitar e reduzir a questão.

Pensando nisso, separamos aqui um post com tudo o que você precisa saber para ter mais qualidade de vida.

Vamos lá?

O que é a Apneia do Sono

Apneia do sono – Tudo o que você precisa saber

Primeiramente, é preciso destacar que a apneia se refere a uma série de ruídos ou mesmo interrupções no processo de respiração.

Para caracterizar como apneia, essas interrupções ou ruídos devem acontecer por, pelo menos, cinco vezes dentro de uma hora.

Ou seja, não é apenas um ronco comum, como o que afeta milhões de pessoas.

O paciente que tem essa condição, o barulho durante o sono pode ser acompanhado de engasgos, que nem são percebidos por você.

Além do mais, essas pausas e ruídos podem ainda contribuir para que tenha menos oxigênio no sangue, o que não é nada bom para o organismo.

No início, a apneia pode não ser apresentado como um grande problema.

Entretanto, a longo prazo, isso pode gerar danos no sistema nervoso, aumentar os batimentos cardíacos e ainda fazer com que os vasos sanguíneos fiquem mais contraídos.

Dessa forma, o problema começa durante o sono, mas pode se tornar parte da sua rotina durante o dia.

De acordo com diversas pesquisas, esse problema também pode aumentar o risco de arritmias cardíacas e pressão alta.

Ao mesmo tempo, alguns especialistas acreditam que essa condição favorece o acumulo de gordura no abdômen e aumenta a resistência à insulina.

Nesse último caso, a resistência pode ser um facilitador para desencadear a diabetes.

Sinas da apneia do sono

De modo geral, existem alguns sintomas bastante característicos da apneia, sendo eles:

  • Ronco contínuo;
  • Sono ao longo do dia;
  • Sensação de noites mal dormidas;
  • Boca seca pela manhã;
  • Dores de cabeça, principalmente durante a manhã;
  • Sensação de sufocamento na hora de dormir;
  • Problemas na produtividade;
  • Acorda mais vezes para ir ao banheiro;
  • A respiração fica mais pesada e ofegante.

Causas e fatores de risco

Apneia do sono – Tudo o que você precisa saber

A apneia do sono não é uma condição que costuma aparecer nos primeiros anos de vida, salvo quando existe alguma alternação no corpo.

Geralmente, a principal causa é a obesidade, fazendo com que blocos de gordura se formem na faringe e língua.

Ou seja, o espaço para passar o ar fica menor.

Além disso, outras possíveis causas incluem:

  • Alterações anatômicas na adenoide e amídalas;
  • Congestão nasal;
  • Medicamentos como calmantes e relaxantes muscular;
  • Idade, já que é mais comum após os 65 anos.

No caso da genética, existem estudos que mostram que algumas pessoas podem ter um pré-disposição para a apneia.

Entretanto, o mais comum é que essas pessoas também apresentem alguma outra causa, como obesidade ou uso de medicamentos.

Já quando o assunto são fatores de risco, o principal é o fumo, consumo de álcool e dormir de barriga para cima.

Em alguns casos, tumores também podem ocasionar o distúrbio.

Problemas que podem ocorrer ou agravar devido a apneia

Além dos problemas diretos para dormir e ter um sono de qualidade, é possível que a apneia do sono contribua com outros fatores.

Portanto, existem alguns problemas que podem ser ocasionados ou agravados quando esse distúrbio do sono se torna uma realidade, como por exemplo:

  • Irritabilidades e alterações de humor;
  • Redução da libido;
  • Sintomas de ansiedade;
  • Sintomas de depressão;
  • Problemas para se concentrar;
  • Perda da produtividade;
  • Sonolência e cansaço mental;
  • Dificuldade em relação a atenção e aprendizagem;
  • Doenças como diabetes, hipertensão e no coração, entre outros.

Tratamento para apneia do sono

Apneia do sono – Tudo o que você precisa saber

Para finalizar o conhecimento sobre essa condição, é interessante pensar que o tratamento tem como principal objetivo evitar que a apneia fica ainda pior.

Sabendo disso, o cuidado é feito envolvendo diversas áreas profissionais.

Por exemplo, é possível que o médico comece com a indicação de um nutricionista, no caso de pacientes obesos, e indique também um fonoaudiólogo.

Em outros casos, o tratamento pode envolver o uso de aparelhos na boca, máscaras de respiração para a noite e até mesmo cirurgia.

Tudo depende da gravidade de cada caso.

Ou seja, são indicadas abordagens completas envolvendo:

  • Mudança no estilo de vida;
  • Terapias;
  • Controles de doenças ou de fatores de risco;
  • Aparelhos de pressão ou intraorais e outros.

É importante destacar que pacientes que sofrem com a apneia do sono precisam de cuidado e compreensão.

Logo, se você é ou conhece alguém que tenha essa condição, ajude no tratamento, na mudança e tenha amis qualidade de vida.

Existem prevenção para a apneia do sono?

De maneira geral, a prevenção se dá evitando os fatores de risco.

Em outras palavras, a dica é manter uma rotina mais saudável, evitando o sobrepeso e obesidade, consumo excessivo de álcool e o ato de fumar.

Além disso, é interessante ficar atento a possíveis sinais, como roncar demais ou estar sempre cansado pela manhã.

Quando isso ocorre, pode ser um indicativo de uma apneia leve, que pode ser rapidamente aliviada com o tratamento correto.

Desse modo, não hesite em procurar ajuda.

Enfim, até o momento, a apneia do sono é um distúrbio que não tem cura.

Ou seja, não existe uma resposta mágica que vai eliminar completamente o problema.

Por outro lado, já existem opções de tratamento eficazes, que podem tornar a sua vida mais simples e ainda melhorar a qualidade da rotina.

Geralmente, podem ser indicados não apenas as mudanças e cirurgias, mas também alguns exercícios.

Esses exercícios, indicados pelo Instituto do Sono, são feitos com a água fechada e sempre repetidos dez vezes.

Os exercícios envolvem toda a musculatura da boca, língua e maxilar, melhorando a dicção e reduzindo os sintomas do distúrbio.

Então, você ainda tem alguma dúvida ou gostaria de saber mais sobre o assunto?

Comenta aqui embaixo para que eu possa ajudar você nesse processo ou compartilhe a sua história com nossos leitores. Vou adorar saber mais.

Grande abraço e até o próximo post!

5 principais benefícios do aparelho auditivo para idosos

Os benefícios do aparelho auditivo podem mudar completamente a vida dos idosos e, por isso, separamos aqui as principais vantagens que você precisa conhecer.

Dessa maneira, será ainda mais fácil garantir uma vida mais longa e feliz com muita qualidade.

Aqui, você vai descobrir mais sobre:

  • Capacidade de ouvir – A volta de um dos principais sentidos humanos
  • A independência entre os benefícios do aparelho auditivo
  • Melhora no convívio social
  • Redução no risco de doenças
  • Qualidade de vida

Então, não perca mais tempo e prepara-se para conhecer um novo mundo!

1# Capacidade de ouvir – A volta de um dos principais sentidos humanos

5 principais benefícios do aparelho auditivo para idosos

Não é segredo nenhum que o avançar dos anos traz uma série de questões que precisam ser tratadas.

Entretanto, quando o assunto é a perda parcial ou total de um sentido, isso pode trazer uma série de desafios, principalmente para os idosos.

Já que este é um público que já está lidando com os anos a mais, doenças comuns da terceira idade, limitações físicas, etc.

Dessa forma, entre os benefícios do aparelho auditivo está a volta desse sentido tão importante.

Sendo que esse também é o principal motivo de uso do aparelho.

Mesmo que inicialmente o idoso apresente algum desconforto, a possibilidade de voltar a ouvir tudo o que está a sua volta abre uma série de portas.

É importante destacar ainda que os idosos costumam perder a audição aos poucos.

Como resultado, podem demorar anos para notar o que está acontecendo e mais um bom tempo para procurar ou aceitar ajuda médica.

Então, é essencial que a família esteja sempre por perto, oferecendo apoio e possibilidades.

De acordo com alguns especialistas, os primeiros dias de uso do aparelho podem ser comparados com o uso dos óculos.

Logo, é natural que aconteça um choque inicial, onde alguns idosos até assustam com alguns barulhos, até se adaptarem novamente.

2# Independência entre os benefícios do aparelho auditivo

A terceira idade é marcada por uma série de cuidados extras, que até podem gerar discussões familiares.

5 principais benefícios do aparelho auditivo para idosos

Isso porque, não é incomum que o idoso queira continuar morando sozinho, fazendo suas próprias coisas e assim por diante.

Porém, com a limitação dos sentidos, vem a necessidade maior de contato e apoio, já que essas pessoas ficam mais susceptíveis a acidentes.

Basta pensar em uma casa, cômodo ou local próximo que pega fogo e todos na rua começam a gritar.

O idoso que não ouve, pode demorar tempo demais para descobrir o que está acontecendo.

Então, o aparelho traz novamente essa liberdade e independência.

Assim, o idoso pode ficar mais sozinho e em segurança, sair para comprar as próprias coisas e entender tudo o que está acontecendo.

Inclusive, é o aparelho que garante que muitos ainda continuem dirigindo, morando sozinhos ou fazendo alguma atividade.

3# Entre os benefícios do aparelho auditivo está a melhora no convício social

Se você é ou conhece alguém que tem parte/total parte da audição perdida, sabe que o convívio social pode ser um problema.

Geralmente, essas pessoas passam a ficar mais tempo em casa, sozinhas, deixam os amigos e familiares de lado, e assim por diante.

Em suma, isso ocorre tanto por uma questão de vergonha como a dificuldade em manter a conversa.

O problema é que o ser humano é social e a falta de comunicação com outros pode comprometer também a saúde mental.

Assim, aumenta os casos de ansiedade, estresse e depressão em idosos.

Com o aparelho auditivo, o paciente volta a ter a chance de conversar e se comunicar de forma normal com outras pessoas.

5 principais benefícios do aparelho auditivo para idosos

Portanto, ocorre novamente a interação social, com grupos de idosos, amigos, familiares ou mesmo para atividades, como caminhadas e jogos.

Isso é de extrema importância para a saúde mental e pode evitar doenças e outras complicações.

Importante

Caso a audição seja perdida e não possa ser recuperada com o uso de aparelho, é importante inserir o idoso em grupos de apoio.

Atualmente, existem diversos grupos mistos de pessoas que ensinam a Linguagem de Sinais e devolvem o convívio social para essas pessoas.

A surdez não deve ser motivo para exclusão, marginalização ou isolamento.

Fique atento aos sinais e sempre ofereça ajuda.

4# Redução no risco de doenças

Talvez você não saiba, mas cada vez que 10 decibéis de audição são perdidos, as chances de desenvolver Alzheimer e outras demências cresce 27%.

A pesquisa já foi publicada na revista Veja Abril e mostra que não se trata de uma questão de causa direta, mas sim indireta.

Em outras palavras, a surdez não é a causa das doenças, mas pode contribuir para o surgimento.

Isso acontece porque a surdez pode aumentar as chances do aparecimento de sintomas de maneira precoce.

O autor da pesquisa, o neurologista Paulo Caramelli, mostra que a perda da audição provoca um grande impacto na cognição.

Com isso, também afeta a memória. O que aumenta os riscos.

Então, o uso dos aparelhos é capaz de evitar que essa condição afete o cérebro de maneira significativa, melhorando a vida do paciente.

Dessa forma, reduz as chances de aparecimento de diversas doenças, principalmente as demências.

Se quiser saber mais sobre a pesquisa, vale a pena conferir o texto na íntegra.

5# Qualidade de vida entre os benefícios do aparelho auditivo

Por fim, os aparelhos auditivos são capazes de elevar a qualidade de vida, o que garante uma série de vantagens extras.

Como por exemplo:

  • Maior integração com famílias, amigos e outros grupos;
  • Redução na tristeza;
  • Pode evitar a ansiedade, crises de pânico e isolamento;
  • Traz oportunidade de novas experiências, como viagens, shows, passeios em geral;
  • Reduz a sensação de exaustão mental e física;
  • O idoso se torna mais ativo novamente;
  • Aumenta as chances de uma vida mais equilibrada;
  • Maior longevidade com qualidade;
  • Melhora na saúde mental e física, etc.

Por isso, não hesite em procurar o seu médico, fazer testes e garantir todos os cuidados necessários.

Enfim, você ainda ficou com alguma dúvida sobre os benefícios do aparelho auditivo ou gostaria de saber mais sobre este assunto?

Comenta aqui embaixo para que eu possa ajudar você nessa busca ou aproveite para compartilhar as suas dicas e experiências com nossos leitores.

Grande abraço e até o próximo post!

Transtorno de ansiedade em idosos e seus sintomas

O transtorno de ansiedade em idosos é uma das condições mentais mais comuns que acometem a terceira idade. Sendo que, apenas nos Estados Unidos, atinge cerca de 15% da população adulta.

Como resultado, surge a necessidade de entender exatamente quais são os sintomas, para procurar auxílio o quanto antes.

Pensando nisso, aqui separamos o que você precisa saber sobre esse transtorno para garantir a ajuda que o seu ente querido ou conhecido pode estar precisando.

Tome notas:

  • Transtorno de Ansiedade em idosos – Entenda
  • Principais causas
  • Fatores de risco do Transtorno da Ansiedade em idosos
  • Sintomas – Saiba o que observar

Boa leitura!

Transtorno de Ansiedade em idosos – Entenda

Transtorno de ansiedade em idosos e seus sintomas

A princípio, é essencial conhecer um pouco mais sobre o transtorno, para então entender seus sintomas.

Dessa forma, precisamos considerar algumas questões fundamentais aqui.

Em primeiro lugar, a expectativa tem crescido nos últimos anos, o que significa que as pessoas vivem mais tempo e com mais qualidade de vida.

Em segundo lugar, a relação entre terceira idade e mundo também vem se alterando.

Afinal, esse público tem acesso a mais informações e vem se adaptando a tecnologia, o que torna a vida neste século mais simples.

Em terceiro lugar, temos que, todo esse avanço, nem sempre contribui ou facilita a vida das pessoas.

Seja porque reduz o contato físico, que é uma preferência dos idosos, causa um distanciamento social ou outras questões.

A partir disso, temos o transtorno de ansiedade, caracterizado pelo medo e preocupação excessiva que reflete no comportamento.

Geralmente, a ansiedade é entendida como o medo do futuro, sensação de ameaça ou mesmo a ansiedade por antecipação.

De qualquer maneira, isso causa uma série de comportamentos e sintomas, que são o foco desse texto.

Principais causas

As principais causas do transtorno de ansiedade em idosos está ligada a algum tipo de situação que envolve aborrecimentos, perdas ou sofrimentos e preocupações.

No geral, esse tipo de situação pode causar sintomas ansiosos, mas que passam ou reduzem ao longo dos dias.

Porém, ao persistir, o quadro precisa ser observado com mais cuidado.

Muitas vezes, a causa começa com algo pequeno, que vai se tornando inquietante, preocupante e maior.

Assim, o idoso passa a dar uma importância em excesso para algo que, em teoria, não deveria.

Transtorno de ansiedade em idosos e seus sintomas

Entre os fatores comuns estão o dinheiro, segurança ou a falta dela, dificuldades para se adaptar ao novo estilo de vida, etc.

Um exemplo clássico é o idoso que tem netos jovens e se preocupam sempre que eles saem.

Natural não é mesmo?

Porém, quando essa preocupação começa a tirar o sono do idoso, altera o apetite ou faz com que ele não pense em outra coisa, é melhor ficar atento.

Em alguns casos, o idoso começa até a imaginar situações, sejam possíveis ou absurdas, e sofre com aquilo, mesmo que nada tenha acontecido.

Fatores de risco do Transtorno da Ansiedade em idosos

Para finalizar essa primeira parte, existem alguns fatores de risco, ou seja, coisas e condições que podem propiciar o surgimento do transtorno.

Entre os principais, podemos destacar:

  • Redução da própria mobilidade;
  • Alterações hormonais, como menopausa;
  • Descoberta de doenças, como diabetes e hipertensão;
  • Uso de substâncias, como o cigarro e álcool;
  • Mortes;
  • Perda de dinheiro ou a falta dele ao longo dos anos;
  • Distúrbios do sono, como insônia;
  • Histórico familiar;
  • Eventos estressantes, sejam atuais ou não, etc.

Sintomas – Saiba o que observar

Agora, é chegada a hora de conhecer os sintomas que precisam ser observados e que podem indicar um transtorno de ansiedade em idosos.

Mas, antes disso, é válido destacar que o diagnóstico clínico, geralmente, é feito observando um período de seis meses.

Dessa forma, antes disso, você pode já começar observar os sinais, procurar ajuda e iniciar um esquema de prevenção ou tratamento precoce.

Para evitar a piora do quadro.

Tensão e dores musculares:

Transtorno de ansiedade em idosos e seus sintomas

Uma das queixas mais comuns em pacientes da terceira idade que sofrem de ansiedade são as dores musculares.

Essas dores são causadas pela tensão.

Ou seja, o idoso fica com o corpo tão tenso durante um longo período de tempo, que parece impossível relaxar.

O resultado, é que isso vai causar uma série de dores, principalmente na região do pescoço, lombar e cotovelos.

Em alguns casos, a tensão é tanta que pode causar tremores, principalmente nas extremidades, como as mãos.

Tiques nervosos:

Você, provavelmente, já viu algum idoso que possui algum tipo de tique que aparece em situações de estresse.

Assim, essa é uma maneira de tentar controlar o caos interno, na própria mente.

Nesses casos, é preciso observar movimentos repetitivos, como abrir e fechar as mãos, mexer os pés, trancar e destrancar a porta várias fechar, piscar rapidamente, começar a mexer nos cabelos, etc.

Alguns desses tiques podem se complicar ao longo do tempo.

Como casos em que as pessoas puxam tanto os fios, que acabam com falhas no couro cabeludo.

Vigilância, atenção extrema ou dificuldade para focar em algo:

Um dos sintomas comuns do transtorno de ansiedade em idosos é a atenção excessiva, ou seja, a vigilância.

Como se o idoso não conseguisse se desligar.

Por isso, essas pessoas acabam tendo dificuldade para dormir, estão sempre muito cansadas e podem até negligenciar o básico.

Como tomar banho e se alimentar.

Além do mais, isso faz com que o idoso não consiga focar em outra coisa.

Ou seja, está sempre voltando para aquele assunto, repetindo a mesma história, fazendo uma mesma pergunta. Como forma de tentar ter alguma certeza.

Hiperatividade autônoma:

Por fim, um dos sintomas característicos da ansiedade são aqueles que aparecem no corpo/comportamento.

Infelizmente, muitas vezes, são confundidos com outras questões, o que demora mais para que o idoso busque tratamento.

Entre eles temos:

  • Aumento do suor;
  • Sensação de palpitação no peito;
  • Boca seca;
  • Aumento na sensação de frio ou calor;
  • Aumento na produção de urina;
  • Diarreia, náuseas e/ou vômitos, etc.

Esses sintomas podem aparecer em conjunto ou não, em vários momentos distintos do dia e camuflados, como uma dor de cabeça que nunca passa.

Por isso, é essencial ficar atento e procurar ajuda médica o quanto antes, para que esse sofrimento físico e mental chegue ao fim.

Então, ainda ficou com alguma dúvida sobre o transtorno de ansiedade em idosos? Comenta aqui embaixo.

Aproveite também para compartilhar as suas dicas e experiências com nossos leitores ou o que mais gostaria de ver aqui na página.

Grande abraço e até o próximo post!

A importância do amor na terceira idade

O amor na terceira idade não é um assunto muito comum, mas deveria.

Final, trata-se de algo extremamente importante, que pode aumentar a qualidade de vida e longevidade. Sendo que, muitas vezes, é visto como um tabu.

Pensando nisso, aqui separamos alguns tópicos interessantes de serem apresentados a você. Tanto para entender melhor essa importância, bem como para fazer parte da mudança.

Aqui você vai conferir:

  • Afinal, porque esse assunto ainda é tabu?
  • A importância do amor na terceira idade
  • Como o amor na terceira idade pode ajudar?
  • Como você pode ajudar o idoso?

Boa leitura!

Afinal, porque esse assunto ainda é tabu?

A importância do amor na terceira idade

Ao longo dos anos, muitas coisas mudam, mas existem ainda questões que continuam sendo tratadas como um tabu. Como algo que não deveria ser falado.

Isso acontece com muitas questões ligadas a sexualidade, seja porque alguns se sentem desconfortáveis em falar sobre isso ou mesmo por não saber o que dizer.

Mesmo hoje, em plenos século 21, o amor na terceira idade ainda é visto dessa maneira.

Assim, existe uma ideia de que o amor e o sexo, ou a manifestação de desejo, é algo reservado aos jovens. O que não é uma verdade.

Sejam como, isso faz com que muitos idosos fiquem a margem, reprimindo todo esse sentimento.

E aqui é importante falar sobre isso: os idosos, continuamente, se veem presos a regras a serem seguidas, a estigmas da sociedade.

Algo que não é saudável.

Para entender melhor isso, é importante pensar que existem uma visão ultrapassada da velhice.

Mas não é só isso.

É preciso também eliminar a ideia de que amor é algo estritamente romântico, para se viver em casa, como um casal que está junto há anos.

Pelo contrário, o amor está nas pequenas coisas: nos amigos, familiares, profissionais, nas atividades que você gosta e também nas pessoas com as quais se relaciona.

Neste cenário, a vida sexual trata-se de apenas mais uma questão, que pode ou não fazer parte dessa etapa da vida.

A importância do amor na terceira idade

A importância do amor na terceira idade

A partir dessa perspectiva de amplitude, a qualidade de vida do idoso é avaliada de acordo com vários aspectos diferentes.

Como uma boa alimentação, sono de qualidade, práticas físicas, histórico, possíveis limitações e assim por diante.

Logo, tudo o que pode atingir o corpo ou a mente de alguma maneira, deve ser entendido como importante.

Assim, o amor na terceira idade é algo essencial, que nunca deve ser dispensado ou considerado como menos importante.

Inclusive, é uma das formas de garantir a sanidade mental.

Quando se perde todos os amores da vida, inclusive o sentimento pela própria existência, acaba também o desejo de continuar vivo.

Esse sentimento, atrelado a depressão, pode levar o idoso a morrer aos poucos, a desanimar e ao desejo de desistência.

Mais importante que isso, podemos notar as dificuldades de muitos idosos em se sentirem parte da família e da sociedade.

Isso porque, em meio a pessoas mais jovens, muitos podem se sentir um peso, alguém indesejado e que não faz mais parte daquele núcleo.

Seja porque não trabalha mais, porque gosta de coisas muito distintas, não conhece a tecnologia ou por muitos outros motivos.

Não é fácil lidar com tudo isso ou mesmo saber o que fazer diante desses cenários.

E é aqui que entra a importância do amor.

É através dessa demonstração que o idoso se sente importante, parte de uma comunidade, importante.

Como o amor na terceira idade pode ajudar?

A importância do amor na terceira idade

Conhecendo um pouco mais sobre a importância desse sentimento, existem alguns benefícios que você precisa conhecer em relação a isso.

Assim, podemos destacar:

  • Reduz e elimina o sentimento de isolamento;
  • Aumenta a integração de famílias;
  • Proporciona mais estabilidade mental e emocional;
  • Aumenta as chances de que o idoso tenha uma rotina que funcione;
  • O idoso passa a seguir mais facilmente recomendações médicas e tratamentos;
  • Maior garantia para tratamentos que exigem apoio;
  • Evita a ansiedade e depressão;
  • Reduz os distúrbios do sono;
  • Aumenta a sensação de bem-estar e prazer;
  • Alivia o estresse;
  • Traz o sentimento de estar vivo, etc.

Por isso, muitos médicos apontam que o amor pode evitar doenças cardíacas, como o infarto, já que ajuda na regulação da pressão sanguínea, alimentação e prática física.

Como você pode ajudar o idoso?

Por fim, é chegada a hora de conhecer algumas dicas de como você pode ajudar o idoso em relação a esse tema.

Mas, antes disso, é importante ressaltar que a regra mais básica é tratar o idoso como um indivíduo, que tem uma história.

E não como alguém que já viveu muito apenas.

Esses indivíduos tem personalidade, vontades e particularidades que precisam ser respeitas.

Logo, é essencial que você incentive o idoso, principalmente quando ele encontra alguém e quer viver com aquela pessoa.

Incentivar o amor pode criar uma base sólida, principalmente se, em algum momento, esse idoso precisar de alguma ajuda.

No mais, as dicas incluem:

  • Entenda: o idoso tem vontade própria, e não é a sua;
  • Tempo: dê tempo para o idoso expressar suas vontades;
  • O idoso tem a sua própria sexualidade e pode, e deveria, explora-la;
  • Mostra que você se importa com a opinião do idoso;
  • Torne o espaço de conversa seguro;
  • Nunca menospreze ou reduza os sentimentos do idoso.

Muitas vezes, quando o idoso se apaixona ou mesmo quando um casal começa a demonstrar afeto, muitas pessoas veem isso como algo vergonhoso.

Porém, trata-se de uma realidade, que não deveria ser vista de tal maneira ou mesmo como inexistente.

Afinal, mesmo que exista uma cultura de que o idoso não tem libido, a realidade é que esses grupos podem ter uma vida sexual ativa.

Principalmente em casa de repouso e residenciais, isso é mais comum, já que essas pessoas vivem em uma comunidade de iguais.

Enfim, você ainda ficou com alguma dúvida sobre o tema ou gostaria de saber mais sobre o assunto? Comenta aqui embaixo.

Aproveite também para compartilhar as suas experiências ou mesmo alguma história bacana sobre o assunto.

Grande abraço e até o próximo post!